Ricardo Gaddini, Estudante

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Contabilista - Bacharel em Direito
Contabilista - Bacharel em Direito - Diletante do Direito, motivado pela Conjuntura Política, sua arte e sua ciência.

- Acadêmico de Direito - Pesquisando nas áreas do Direito Penal, Processual Penal e Direito Imobiliário.

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Comentário · anteontem
O que não tem precedência é a punição por construir e aprovar leis erradas e também àquelas que favoreçam os políticos.

Já há lei que pune juízes e políticos, o porém é que foram promulgadas favorecendo classes específicas, tipo "prerrogativa de função", e que ainda pior foi generalizada. Deveria ser para cargos específicos, mas, hoje todos os políticos se ocultam "em seu manto". O que tem a ver se um político pratica um crime comum com prerrogativa de função. Nada!

Porém não há interesse político para apontar e punir interesses "escusos" ou mudar a lei.

Parece que no Brasil as leis refletem exatamente a mentalidade do povo conduzido e vitimado de nosso país. Então temos mais um projetos com "tipificações" subjetivas dando possibilidade de se arrastar na justiça, mais ainda, as ações. Continuam sendo pífias, confusas e não tipificando especificamente, dando portanto, motivos para mais entendimentos políticos do STF, uma extensão política do governo.

É só tomar por exemplo o julgamento do Lula: apresentou 87 testemunha, como enfatizado pelo Juiz Moro, são testemunhas abonatória que nada acrescenta para na prática para a comprovação da justiça, porém, ao se arrolar testemunhas de outros estados ou de outros países (carta precatória ou rogatória), dá-se conta que a defesa não busca a verdade real, apontar o criminoso, e sim buscar que a ação somente seja concluída depois do petista ter tido condição de se candidatar a desgraçar o que sobrou do Brasil, e pior, que o septuagenário consiga que as suas condenações prescrevam.

Parece que já há leis demais, porém não são cumpridas devidamente ou distorcidas, como no caso do impedimento de Dilma, onde o homem da toga preta rasgou a
constituição, juntamente com um dos mais processados políticos, Renan Calheiros.

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